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“Houston we have a problem”

Anotem aí…

O Brasil está com a economia em frangalhos, mesmo com a economia global em um estágio de calmaria momentânea. Não há a grande recuperação, como alguns defendem, tampouco a grande crise que os petistas argumentam ter nos levado a este patamar.

O que estamos vivendo é culpa exclusiva de uma profunda incompetência que destruiu os fundamentos econômicos do país e vigora desde 2008 (isso mesmo, começou com Lula). Além de ter comprometido seriamente o futuro do Brasil, este desgoverno também fragilizou nossa moeda e nossa economia a um nível que qualquer mínimo solavanco externo pode ser catastrófico. O pior, o ritmo de deterioração está muito mais rápido do que previram até os mais pessimistas…

É aí que mora o perigo, porque o mundo está prestes a passar por um solavanco de verdade. Com a situação grega podendo levar a uma crise do Euro, as ações americanas e chinesas descasadas dos fundamentos, o motor da China em marcha lenta e o FED prestes a ter que mudar sua política de juros, há grandes chances que nossa economia, já muito doente por contra da desindustrialização, da dependência de commodities, da estrutura precária e da irresponsabilidade fiscal, venha a entrar em coma.

Por que isso é tão grave? Pois não podemos nos esquecer que a economia é o alicerce que sustenta todo o restante. Com ela deteriorada, todas as conquistas desmoronam e se perdem… Além disso, ela é, junto com os problemas ambientais e as guerras, uma das causas raiz de colapsos completos de sociedades e extinções de civilizações, conforme nos lembra o historiador Jared Diamond. Portanto, diante de algo assim, todos precisam estar preparados para o pior.

Por falar em problemas ambientais. O que houve com a água mesmo?

Xiiiiii

“Houston we have a problem”….

Leonardo Terra
Leonardo Terra
Mestre e Doutor em ciências pelo programa de Administração de Organizações da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto, na Universidade de São Paulo (FEARP - USP). Possui MBA executivo em Gerenciamento de Projetos pela Fundação Getúlio Vargas e Graduação em Administração de Empresas pela FEARP - USP. Atua como professor, pesquisador e consultor na área de estratégia e desenvolvimento organizacional, explorando os princípios que regem os sistemas socioeconômicos por meio da matemática do caos e da epistemologia sistêmica e suas aplicações no processo estratégico e nas interações sistêmicas das organizações. Vencedor do West Churchman Memorial Prize em 2014.
http://lattes.cnpq.br/3022429953017645

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